domingo, julho 31, 2005

 

A nossa mestre, a nossa amiga, a nossa casa

Os rostos dividem-se entre a confirmação daquilo que sempre souberam que iria chegar e a incredulidade. Entre a mágoa e a angústia. Entre o riso e o choro. Entre a confiança e o desânimo. Entre o receio e o optimismo.
Só quem abraçou a A Capital e a sentiu como sua sabe o que ela é. O que representa. O que lá se vive. O que lá se aprende. O que lá se partilha.
Tudo isto, tal como o resto da História, não se repetirá jamais. Pelo menos é esta a minha crença. Mas nem tudo está perdido. Há que agarrar em tudo o que vivemos, aprendemos e construímos juntos e eternizar tudo isso noutros projectos, noutras pessoas, noutros lugares.
Devemos isso a A Capital. A nossa mestre, a nossa amiga, a nossa casa.

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