domingo, julho 31, 2005

 

Um espírito nunca morre...

Folhear a A Capital até ficarmos com os dedos negros já não é possível. No entanto, e apesar de nos terem roubado a casa a que tanto demos, onde muito aprendemos e onde fomos profissional e pessoalmente felizes, o espírito do jornal que morava no número 24 da Basílio Teles não pode morrer. Devemos-lhe isso e devemo-nos isso. É hora de levantar a cabeça e seguir em frente, mas nunca fez mal a ninguém olhar para trás uma ou outra vez. Para mim, A Capital não morreu, porque eu não permiti que ela morresse. Espero a mesma atitude de todos aqueles que também só podem sentir um enorme e imenso orgulho de nela terem trabalhado: a nossa A Capital.

Comments:
Éramos pouco mais de 3000 os que comprávamos este ENORME jornal, mas estou certo que 2 milhões irão sentir a sua falta.
Sentirão tanta falta, que ele irá voltar... melhor que nunca.

Vale uma aposta?
 
São comentários como este que ainda nos fazem sorrir.
Muito obrigada...
 
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