terça-feira, agosto 02, 2005

 

Até já?

Acabei de chegar a casa depois do jantar d'A Capital. Não fui capaz de me despedir de vocês e lancei um até quinta-feira, na esperança que nesse dia todos estejam lá. Sei que muitos não vão estar e que não sei quando nos voltaremos a ver.
No ar ficaram promessas de um pic-nic, de mais jantares e de reuniões. Mas sei que não vou conseguir despedir-me. Não quero. Não pelo menos a olhar para vocês, a distribuir beijinhos e a concluir a coisa com um «até breve» ou «até sempre».
Por isso, meus queridos, mesmo que nos vejamos na quinta-feira, ou para a semana, aqui fica um «até já», que é mais pequeno, mais rápido e alegre.
Depois da boa disposição do dia de hoje, dou por mim triste outra vez, por pensar que amanhã já não vou ao jornal, nem depois. Preciso de férias, é certo, mas também preciso de vocês, a jogar à bola na redacção, a tirar fotografias, a gritar, a rir, a cantar em altos berros, a entrevistar pessoas ao telefone, a aumentar o volume da televisão quando dá alguma notícia com interesse, a bater na fotocopiadora e a dizer um chorrilho de asneiras, a embirrar com alguém, do barulho das teclas do computador e de marcar 20200 no telefone antes de fazer uma chamada (hábito já tão entranhado que dou por mim a fazer isso em casa).
Por isso chefas zen's, pirosas e mães, fofinhos, marafadas, sonsas e sonsos no geral, um grande bem haja para todos e até já!


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