segunda-feira, agosto 01, 2005

 

Para ti, Ana Clara

Penso que não me expliquei bem no meu primeiro post na nossa A Capital. E tu Ana Clara, claro, pensaste que estava a baixar os braços. Pelo contrário, até ao momento em que eu depositar a minha assinatura na rescisão do contrato, vou continuar sempre a pensar que poderei continuar a trabalhar no "nosso" jornal, juntamente com a "nossa" família, na "nossa" segunda casa. Até me dizerem que não há mais entidades económicas, empresas de capital de risco, vulgo abutres de massa falida, interessadas, ou alegadamente interessadas, n'A Capital eu vou continuar a acreditar. Mas isso sou eu. Claro que gostava que fôssemos todos, mas isso não é possível por razões evidentes. Hoje, mais daqui a pouco, há um plenário e veremos o que vai acontecer.

Comments:
...E o mais irónico de tudo, é que eu, leitor assíduo, não consegui o último A Capital. Porquê?
Porque gente que nem sabe o que isso é, decidiu, em massa, comprar o jornal do "fim".
Eu fiquei sem esse exemplar. Ainda bem!
Só não prcebo é porque é que não o compraram em massa nss últimas e deixaram tudo para o último dia. É a boa e velha mania portuguesa.

O "fim" a que manchete se referia era a "fim" de "finalidade", estou certo.
A Capital tem um "fim"... o fim de informar como só ela os leitores.
Este é o único "fim" que eu aceito, vindo d' A Capital. Mais nenhum "fim" eu quero ver associado ao jornal que saía à tarde, para eu, ainda na preparatória, saber mais cedo.

A Capital esgotou a edição de Sábado. Sim... para mim é a edição de sábado... não é a última edição. Nunca!
Esgotou e isto é irónico, não é? Não, não é! É a verdade.

Prontos para esgotar mais números?
Eu estou pronto para ajudar a esgotar, ok?
 
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