quinta-feira, setembro 27, 2007

 

NÃO SE METAM COM UM ALENTEJANO...

Um advogado todo benzoca, de Cascais, vai caçar patos para o Alentejo.
Dá um tiro, acerta num pato, mas o bicho cai dentro da propriedade de um lavrador.
Enquanto o advogado saltava a vedação, o lavrador chega no tractor e pergunta-lhe o que estava ele a fazer.
O advogado respondeu:
- Acabei de matar um pato, mas ele caíu na sua terra e agora vou buscá-lo.
O velhote responde:
- Esta propriedade é privada, por isso não pode entrar.
O advogado, indignado, retorquiu:
- Eu sou um dos melhores advogados de Portugal! Se não me deixa ir buscar o pato eu processo-o e fico-lhe com tudo o que tem!
O lavrador sorriu e disse:
- O senhor não sabe como é que funcionam as coisas aqui no Alentejo! Nós aqui temos o Código Napoleónico! Nós resolvemos estas pequenas zangas com a Regra Alentejana dos Três Pontapés: Primeiro eu dou-lhe três pontapés, depois você dá-me dois pontapés e assim sucessivamente até um de nós desistir!
O advogado já se estava a sentir violento há um bocado, olhou para o velho e pensou que era fácil dar-lhe uma carga de porrada.
Por isso, aceitou resolver as coisas segundo o costume local.
O velho, muito lentamente, saíu do tractor e caminhou até perto do advogado.
O primeiro pontapé, dado com uma galocha bem pesada, acertou directamente nas bolas do advogado, que caíu de joelhos e vomitou.
O segundo pontapé quase arrancou o nariz do advogado.
Quando o advogado caíu de cara, com as dores, o lavrador apontou o terceiro pontapé aos rins, o que fez com que o outro quase desistisse.
Contudo, o coração vingativo do advogado falou mais forte.
Ele não desistiu, levantou-se, todo ensanguentado, e disse:
- Vamos velhote! Agora é a minha vez!
O lavrador sorriu e disse:
- Nah! Eu desisto! Leve lá o pato!

sábado, setembro 22, 2007

 

QUERIAM TROCAR O SCOLARI PELO MOURINHO? brincalhões

Assim que se soube que Scolari ia ser punido com 4 jogos e que Mourinho se tinha despedido do Chelsea, ouve logo iluminados que afirmaram à boca cheia que o "special one" seria o novo manda chuva da equipa das quinas!
Eu sei que este tipo de noticia vende jornais, mas não me posso esquecer de que Scolari é mal amado por algumas franjas da população (o estigma de não ser português), e que muitos tudo farão para minar a confiança de Madail no Sr. Scolari!
Se Scolari sair por ter dado um estalo num parvalhão, e o Mourinho entrar para o seu lugar é a pior trafulhice dos últimos tempos! Por muito que eu gosto do Mourinho...
CM

quinta-feira, setembro 20, 2007

 

PORQUE A MEMÓRIA É CURTA...

Enviaram-me este texto, aqui fica para quem quiser saber o que foi o fascimo português.
Em memória das vítima do fascismo salazarista.

HAJA MEMÓRIA

1931
O estudante Branco é morto pela PSP, durante uma manifestação no Porto.

1932
Armando Ramos, jovem, é morto em consequência de espancamentos; Aurélio Dias, fragateiro, é morto após 30 dias de tortura; Alfredo Ruas, é assassinado a tiro durante uma manifestação em Lisboa.

1934, 18 de Janeiro
Américo Gomes, operário, morre em Peniche apôs dois meses de tortura; Manuel Vieira Tomé, sindicalista ferroviário morre durante a tortura em consequência da repressão da greve; Júlio Pinto, operário vidreiro, morto à pancada; a PSP mata um operário conserveiro durante a repressão de uma greve em Setúbal.

1935
Ferreira de Abreu, dirigente da organização juvenil do PCP, morre no hospital após ter sido espancado na sede da PIDE (então PVDE).

1936
Francisco Cruz, operário da Marinha Grande, morre na Fortaleza de Angra do Heroísmo, vítima de maus tratos, é deportado do 18 de Janeiro de 1934; Manuel Pestana Garcez, trabalhador, é morto durante a tortura.

1937
Ernesto Faustino, operário; José Lopes, operário anarquista, morre durante a tortura, sendo um dos presos da onda de repressão que se seguiu ao atentado a Salazar; Manuel Salgueiro Valente, tenente-coronel, morre em condições suspeitas no forte de Caxias; Augusto Costa, operário da Marinha Grande, Rafael Tobias Pinto da Silva, de Lisboa, Francisco Domingues Quintas, de Gaia, Francisco Manuel Pereira, marinheiro de Lisboa, Pedro Matos Filipe, de Almada e Cândido Alves Barja, marinheiro, de Castro Verde, morrem no espaço de quatro dias no Tarrafal, vítimas das febres e dos maus tratos; Augusto Almeida Martins, operário, é assassinado na sede da PIDE (PVDE) durante a tortura ; Abílio Augusto Belchior, operário do Porto, morre no Tarrafal, vítima das febres e dos maus tratos.

1938
António Mano Fernandes, estudante de Coimbra, morre no Forte de Peniche, por lhe ter sido recusada assistência médica, sofria de doença cardíaca; Rui Ricardo da Silva, operário do Arsenal, morre no Aljube, devido a tuberculose contraída em consequência de espancamento perpetrado por seis agentes da Pide durante oito horas; Arnaldo Simões Januário, dirigente anarco-sindicalista, morre no campo do Tarrafal, vitima de maus tratos; Francisco Esteves, operário torneiro de Lisboa, morre na tortura na sede da PIDE; Alfredo Caldeira, pintor, dirigente do PCP, morre no Tarrafal após lenta agonia sem assistência médica.

1939
Fernando Alcobia, morre no Tarrafal, vítima de doença e de maus tratos.

1940
Jaime Fonseca de Sousa, morre no Tarrafal, vítima de maus tratos; Albino Coelho, morre também no Tarrafal; Mário Castelhano, dirigente anarco-sindicalista, morre sem assistência médica no Tarrafal.

1941
Jacinto Faria Vilaça, Casimiro Ferreira; Albino de Carvalho; António Guedes Oliveira e Silva; Ernesto José Ribeiro, operário, e José Lopes Dinis morrem no Tarrafal.

1942
Henrique Domingues Fernandes morre no Tarrafal; Carlos Ferreira Soares, médico, é assassinado no seu consultório com rajadas de metralhadora, os agentes assassinos alegam legítima defesa (?!); Bento António Gonçalves, secretario-geral do P. C. P. Morre no Tarrafal; Damasio Martins Pereira, fragateiro, morre no Tarrafal; Fernando Gaspar, morre tuberculoso no regresso da deportação; António de Jesus Branco morre no Tarrafal.

1943
Rosa Morgado, camponesa do Ameal (Agueda), e os seus filhos, António, Júlio e Constantina, são mortos a tiro pela GNR; Paulo José Dias morre tuberculoso no Tarrafal; Joaquim Montes morre no Tarrafal com febre biliosa; José Manuel Alves dos Reis morre no Tarrafal; Américo Lourenço Nunes, operário, morre em consequência de espancamento perpetrado durante a repressão da greve de Agosto na região de Lisboa; Francisco do Nascimento Gomes, do Porto, morre no Tarrafal; Francisco dos Reis Gomes, operário da Carris do Porto, é morto durante a tortura.

1944
General José Garcia Godinho morre no Forte da Trafaria, por lhe ser recusado internamento hospitalar; Francisco Ferreira Marques, de Lisboa, militante do PCP, em consequência de espancamento e após mês e meio de incomunicabilidade; Edmundo Gonçalves morre tuberculoso no Tarrafal; assassinados a tiro de metralhadora uma mulher e uma criança, durante a repressão da GNR sobre os camponeses rendeiros da herdade da Goucha (Benavente), mais 40 camponeses são feridos a tiro.

1945
Manuel Augusto da Costa morre no Tarrafal; Germano Vidigal, operário, assassinado com esmagamento dos testículos, depois de três dias de tortura no posto da GNR de Montemor-o-Novo; Alfredo Dinis (Alex), operário e dirigente do PCP, é assassinado a tiro na estrada de Bucelas; José António Companheiro, operário, de Borba, morre de tuberculose em consequência dos maus tratos na prisão.

1946
Manuel Simões Júnior, operário corticeiro, morre de tuberculose após doze anos de prisão e de deportação; Joaquim Correia, operário litografo do Porto, é morto por espancamento após quinze meses de prisão.

1947
José Patuleia, assalariado rural de Vila Viçosa, morre durante a tortura na sede da PIDE.

1948
António Lopes de Almeida, operário da Marinha Grande, é morto durante a tortura; Artur de Oliveira morre no Tarrafal; Joaquim Marreiros, marinheiro da Armada, morre no Tarrafal após doze anos de deportação; António Guerra, operário da Marinha Grande, preso desde 18 de Janeiro de 1934, morre quase cego e após doença prolongada.

1950
Militão Bessa Ribeiro, operário e dirigente do PCP, morre na Penitenciaria de Lisboa, durante uma greve de fome e após nove meses de incomunicabilidade; José Moreira, operário, assassinado na tortura na sede da PIDE, dois dias após a prisão, o corpo é lançado por uma janela do quarto andar para simular suicídio; Venceslau Ferreira morre em Lisboa após tortura; Alfredo Dias Lima, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Alpiarça.

1951
Gervasio da Costa, operário de Fafe, morre vítima de maus tratos na prisão.

1954
Catarina Eufemia, assalariada rural, assassinada a tiro em Baleizão, durante uma greve, grávida e com uma filha nos braços.

1957
Joaquim Lemos Oliveira, barbeiro de Fafe, morre na sede da PIDE no Porto após quinze dias de tortura; Manuel da Silva Júnior, de Viana do Castelo, é morto durante a tortura na sede da PIDE no Porto, sendo o corpo, irreconhecível, enterrado às escondidas num cemitério do Porto; José Centeio, assalariado rural de Alpiarça, é assassinado pela PIDE.

1958
José Adelino dos Santos, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR, durante uma manifestação em Montemor-o-Novo, vários outros trabalhadores são feridos a tiro; Raul Alves, operário da Póvoa de Santa Iria, após quinze dias de tortura, é lançado por uma janela do quarto andar da sede da PIDE, à sua morte assiste a esposa do embaixador do Brasil.

1961
Cândido Martins Capilé, operário corticeiro, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Almada; José Dias Coelho, escultor e militante do PCP, é assassinado à queima-roupa numa rua de Lisboa.

1962
António Graciano Adbngio e Francisco Madeira, mineiros em Aljustrel, são assassinados a tiro pela GNR. E. Giro, operário de Alcochete, é assassinado a tiro pela PSP durante a manifestação do 1: de Maio em Lisboa.

1963
Agostinho Fineza, operário tipógrafo do Funchal, é assassinado pela PSP, sob a indicação da PIDE, durante uma manifestação em Lisboa.

1964
Francisco Brito, desertor da guerra colonial, é assassinado em Loulé pela GNR; David Almeida Reis, trabalhador, é assassinado por agentes da PIDE durante uma manifestação em Lisboa.

1965
General Humberto Delgado e a sua secretaria Arajaryr Campos são assassinados a tiro em Vila Nueva del Fresno (Espanha), os assassinos são o inspector da PIDE Rosa Casaco e o subinspetor Agostinho Tienza e o agente Casimiro Monteiro.

1967
Manuel Agostinho Gois, trabalhador agrícola de Cuba, more vítima de tortura na PIDE.

1968
Luís António Firmino, trabalhador de Montemor, morre em Caxias, vítima de maus tratos; Herculano Augusto, trabalhador rural, é morto à pancada no posto da PSP de Lamego por condenar publicamente a guerra colonial; Daniel Teixeira, estudante, morre no Forte de Caxias, em situação de incomunicabilidade, depois de agonizar durante uma noite sem assistência.

1969
Eduardo Mondlane, dirigente da Frelimo, é assassinado através de um atentado organizado pela PIDE.

1972
José António Leitão Ribeiro Santos, estudante de Direito em Lisboa e militante do MRPP, é assassinado a tiro durante uma reunião de apoio à luta do povo vietnamita e contra a repressão, o seu assassino, o agente da PIDE Coelha da Rocha, viria a escapar-se na "fuga-libertação" de Alcoentre, em Junho de 1975.

1973
Amilcar Cabral, dirigente da luta de libertação da Guiné e Cabo Verde, é assassinado por um bando mercenário a soldo da PIDE, chefiado por Alpoim Galvão.

1974, 25 de Abril
Fernando Carvalho Gesteira, de Montalegre, José James Barneto, de Vendas Novas, Fernando Barreiros dos Reis, soldado de Lisboa, e José Guilherme Rego Arruda, estudante dos Açores, são assassinados a tiro pelos pides acoitados na sua sede na Rua António Maria Cardoso, são ainda feridas duas dezenas de pessoas.
A PIDE acaba como começou, assassinando. Aqui não ficam contabilizadas as inúmeras vítimas anónimas da PIDE, GNR e PSP em outros locais de repressão.

quarta-feira, setembro 19, 2007

 

A PROVA DE QUE A NOSSA POLÍCIA É BOA...

Dois tugas no deserto:
Olha que pedra mais esquisita. Parece uma pirâmide!
Começam a escavar, sem ferramentas, e desenterram uma pirâmide enorme.
E agora?
Avisamos à equipa arqueológica americana. Essa malta é profissional.
OK!
Avisam à equipa arqueológica americana que vêm com os seus jeeps, trailers, caravanas e helicópteros, cheios de aparelhos científicos.Entram na pirâmide e reaparecem dois anos depois.- Fogo, tanto tempo. O que averiguaram?
É assim, responde o porta-voz dos americanos, após laboriosas investigações, averiguámos que esta pirâmide foi construída entre 1.500 e 2.500 antes de Cristo.
Só?
Depois de dois anos apenas averiguaram isso?
Os dois tugas, chateados, decidem ligar aos alemães. Esses sim, são muito metódicos. Vêem os alemães, entram na pirâmide, e aparecem dois anos depois.
Atão?
Esta pirâmide foi construída no 2000 antes de Cristo.
E mais?
Bom, mais nada. Estes hieroglíficos são muito complicados.
Os dois tugas, muito chateados:
Bom, a última solução é comunicar à GNR.
Chegam dois GNR, entram na pirâmide e saem duas horas depois.
Pronto. Já está!
Averiguaram alguma coisa?
Averiguámos que a pirâmide foi construída entre 12 de Fevereiro de 1858 e 22 de Julho de 1857 antes de Cristo, conforme as ordens do faraó Ankhetop IV, e seu arquitecto Tutmosis o Jovem. No dia da inauguração estava chuva e um grupo de sacerdotes opunha-se à inauguração, por considerar que a noite anterior houve um eclipse parcial de lua em Capricórnio ... bla bla bla ... participaram 2118 escravos não qualificados que tentaram uma revolta contra as lamentáveis condições laborais, que foi controlada no dia 5 de Setembro, com o resultado de 42 mortos e ... bla bla bla... O custo total da obra foi de 48 milhões de libras de ouro puro e 13 libras de diamantes ... bla bla bla ... a esposa do faraó vestia um fato-casaco azul-turquesa de Perfilotis e... bla bla bla .... a influência na língua pode ser comprovada no sotaque das terras altas que representavam a nobreza . bla bla bla ...
Ena, e como conseguiram saber tudo isto?
Bom, não foi fácil, custou-nos bastante, mas.......depois de uma hora de porrada a múmia falou...

quinta-feira, setembro 13, 2007

 

FIND MADDIE

Tambem tenho a minha opinião e é muito diferente das que vejo nos jornais!
Nunca ninguem levantou a questão de se a menina foi raptada, os raptores podem ter feito tudo para incriminar os pais e as buscas pararem... estamos a lidar com máfias, e deve ser fácil a esta gente alugar carros, e deixar indicios... Não se esqueçam que já é a segunda menina que desaparece sem deixar rastro e os pais é que pagam... a mãe da Joana levou porrada para confessar... os MacCanns foram-se embora para evitar isso!
Qualquer pessoa é considerada inocente até prova do contrário! Deixem de cruxificar as pessoas, e deixem de grandes noticias só para vender papel...
Encontrem mas é a miuda! Incompetentes!
CM

 

ASSIM VAI O NOSSO FUTEBOL...

Tinha de vir aqui dar a minha alfinetada...
O que é que o jogador sérvio disse ao Scolari para ele lhe querer dar um murro?
Acho no minimo estranho quererem cruxificar o treinador... portugueses incluidos!
Os jogadores não jogam a sério e o treinador é que paga!
Estou-me a lembrar do Zidane, deu uma cabeçada no outro por lhe ter falado na irmã... um gajo não é de ferro... não estou aqui a defender porradaria dentro do relvado mas tudo tem limites, o gajo joga em Espanha e sabe mandar um gajo "pra puta que o pariu"... ninguem gosta de ouvir xingar a própria mãe... e se o gajo tem dado uns estalos no Scolari? Era irradiado? Não me parece!
Outra - para que serve os árbitos andarem de "walkie-talkie" - o golo estava off side e valeu - PUTA QUE OS PARIU!
CM

PS Força Scolari - estou contigo!

segunda-feira, setembro 10, 2007

 

NÃO DEIXEM MORRER "A CAPITAL"


Escrevo este post por teimosia!
Esse Bitaites que se cuide... não vou desistir assim tão fácil...

Estive no Festival Músicas do Mundo, no Festival do Sudoeste, nas Noites Ritual Rock e por fim na Festa do Avante... em todos estes sitios vi ex-colegas... queixando-se de que o blog está "morto"...

Vocês podem mudar essa postura e escrever aqui nem que seja um simples "olá" "tou vivo"...

Na Festa do Avante vi uns tipos que me agradaram OS ALENTEJANOS de Serpa... grupo de música popular portuguesa com uma viola campaniça, violão, cavaquinho e baixo acústico. Com um reportório muito inteligente que incluiu modas alentejanas, músicas famosas como a "Grandola Vila Morena" do Zeca Afonso, um tema dos Rio Grande, e até a popular "Mula da Cooperativa". São um quinteto e se puderem vejam-nos ao vivo... O palco Arraial na Festa do Avante estava cheio para os ver.
CM

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