segunda-feira, setembro 29, 2008

 

Os Motörhead tem álbum novo



MOTÖRHEAD
Motores em marcha!

Aos 62 anos de idade (quase 63… a 24 de Dezembro) o carismático Lemmy Kilmister e os seus Motörhead tem um disco novo nos escaparates.
Este é o vigésimo quarto álbum na história desta intrépida banda inglesa neste momento radicada nos EUA. Os Motörhead sempre se pautaram por editar disco novo a cada dois anos e tem mantido a fasquia nesse nível, numa salutar originalidade e num estilo irrepreensível. O novo trabalho “Motörizer” não foge à regra dos trabalhos anteriores e apresenta a banda em grande estilo com uma frescura que ofusca muitas das novas bandas.
Ao todo são onze temas novos produzidos pelo engenheiro de som Cameron Webb nos Estúdios 606 em Los Angeles (propriedade do seu amigo Dave Grohl dos Foo Fighter).
A banda existe há 33 anos, o baixista Lemmy é o fundador e lider incontestado, o guitarrista Phil Campbell entrou em 1984 e o baterista Mickey Dee em 1992. O formato trio assenta-lhes que nem uma luva.
A digressão norte americana arrancou de imediato com os Motörhead a repartirem o palco com os Heaven & Hell (a versão Dio dos Black Sabbath) e os Judas Priest. Na Europa e antes do ano acabar a banda estará com Danko Jones, Saxon e Airbourne. Portugal não tem até agora nenhuma data marcada!

MOTÖRHEAD
“Motörizer”
CD SPV/Recital Records 2008
Ao ouvir um disco destes compadres já se sabe o que se espera! Um rock puro e duro, corrosivo mesmo... Os Motörhead tem uma sonoridade própria, e a voz rouca de Lemmy Kilmister é inconfundivel. Os Motörhead são conhecidos em Portugal, já cá tocaram quatro ou cinco vezes em toda a sua carreira... mas não chegam à popularidade dos Metallica ou Iron Maiden... deve ser por isso que as digressões nunca chegam cá e em Espanha por exemplo tem sempre quatro ou cinco datas de cada vez.
Os onze temas abrem com o tema “Runaround Man” e alguma velocidade. É incrivel a voz de Lemmy Kilmister não mudar ao longo dos anos, como se a estrada, os excessos e os anos lhe dessem a longevidade necessária.
Depois “Teach You How To Sing The Blues” soa algo mais lenta mas com uma batida contagiante que nos leva automáticamente a abanar a cabeça.
Nos restantes temas realço “When The Eagle Screems”, “Rock Out”, “English Rose” e “The Thousand Names Of God”.
Se o rock tivesse de escolher outro nome seria de certeza… MOTÖRHEAD…
Pode ser que em 2009, algum festival se lembre deles…
Nota: 10 em 10

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